Skip to main content

Entender a dor é o primeiro passo para transformá-la

Confesso: eu tenho medo da dor.
Quando preciso tomar uma injeção, fico arrepiado, não consigo olhar e aquela famosa “picadinha” parece mais uma facada cheia de ódio.

A dor de cabeça é a que mais me incomoda. Meu rendimento cai, fico irritado e, quase sempre, recorro à medicação.
E sim, sou favorável ao uso de remédios — desde que com orientação e sem exageros.
Felizmente, não tenho dores de cabeça com frequência, então o tratamento é apenas eventual.

Com o tempo, entendi que todos nós temos nossos medos e receios em relação à dor — cada um na sua intensidade.
Afinal, “a dor é uma experiência pessoal, influenciada em graus variáveis por fatores biológicos, psicológicos e sociais.”
Não posso medir a dor do outro pela minha régua. Minhas experiências são minhas; as do vizinho, são dele.

O que temos em comum é a maneira como cada um enfrenta suas dores.

  • As dores do corpo, eu enfrento com movimento e exercícios — no começo é difícil, mas depois melhora.
  • As dores de cabeça, trato com uma medicação leve.
  • As dores do coração, escuto música.
  • As dores da alma, leio.

Esse é o meu jeito.
E o seu?

Sou fisioterapeuta, com três pós-graduações — e sigo estudando.
Com o tempo, percebi que nem toda dor vem de um “pé torto”, de uma fraqueza muscular ou de um entorse.”
Às vezes, a própria dor é a causa.

E então, o que fazer?
Do seu jeito: acalme-se e procure algo que alivie a sua dor.
Eu te entendo — conviver com dor não é fácil.
Mas não precisa ser inevitável.

Márcio Roberto Thomé

É Fisioterapeuta e procura de maneira simples, a melhor maneira de compreender e repassar seus conhecimentos sobre dor.

Abrir bate-papo
Olá 👋
Podemos ajudá-la(o)?